FANDOM



Introdução Capitulo 2 - Vladimir

Rose


Vladimir
Capítulo 1





Avatar-vladimir-profil


Separateur


Lançamento do capítulo: 20/11/2019

Valor de PA gasto (média): 11.000/12.000 Coin Vladimir

Personagens que aparecem no capítulo: Aaron, Beliath, Raphael, Vladimir.


Separateur

Sinopse

A mansão abre as suas portas e dois personagens peculiares lhe aguardam. O Moonlight Lovers chega às suas telas! Encontre os vampiros na web ou no celular.

IMPORTANTE!! As porcentagens apresentadas nas respostas foram tiradas de guias em que todas as pessoas conseguiram as imagens! Atualmente, foram utilizados 6 guias para fazer as margens. Nenhuma resposta consta como certa, apenas a porcentagem de pessoas que a escolheram e conseguiram a imagem.

Atenção: Segundo a FAQ do próprio jogo, tem o risco de você não ganhar a imagem em capítulos futuros; não estamos influenciando ninguém a dar estas respostas, são apenas dados que talvez ajudem a ganhar a imagem deste capítulo.

Guia de respostas

Aaron

([...] Estou me lembrando, era ele quem tentou acalmar o rapaz de cabelo branco que ficou querendo me atormentar no hall.)

A. Boa noite... Desculpa, eu pensei que estivesse sozinha. Se eu estiver incomodando posso ir embora (50%)

B. Boa noite. É louco como você consegue passar despercebido! Posso perguntar o seu nome? (50%)

--

(Umm...)

A. De fato, o Vladimir chegou furioso ao meu quarto, me fazendo acusações graves de ter destruído uma parte do jardim. Ele até tentou me dar um tapa. (50%)

B. Oh, ele não me disse nada demais sobre isso e eu já vim aqui ontem. Mas ele estava com muita raiva ainda há pouco, pois ele acha que eu estraguei alguma coisa aqui. (50%)

--

"[...] Isso também poderia fazer com que vocês se aproximassem, eu acho."

A. Mas ele nunca vai querer me dizer! A gente mal se fala e, quando acontece, você já sabe o que dá! Ele me detesta.

B. Eu duvido que ele tenha muita vontade de falar disso comigo, mas no ponto em que estamos, é melhor tentar. Acho que ele não tem como me detestar mais do que isso. (100%)

--

"[...] Se ele acha que você destruiu alguma coisa, esse é o motivo que o fez perder a cabeça"

A. Por que ele é tão importante? Isso deve dar um trabalho enorme, por que ele se obriga a isso? (16,6%)

B. Entendo. Não posso dizer que aprovo esse tipo de comportamento, mas estou entendendo melhor a raiva dele. (83,4%)

--

"A floresta? Você não gosta dela?"

A. Não muito. Eu sou uma pessoa mais da cidade, você entende? Não me sinto muito à vontade na floresta...

B. Não é isso. Em geral, eu gosto da natureza e eu me sinto bem quando estou no meio dela, mas aqui... É como se eu estivesse... Desprotegida. (100%)

--

"[...] Com a raiva e com a tristeza que ele sentia, ele deve ter pensado que você estava querendo se "vingar"."

A. Ele faz um julgamento muito rápido, para alguém que acha tão importante as boas maneiras! (20%)

B. Mesmo que eu ache a reação dele excessiva, já que este lugar e essa flores são tão importante para ele, eu entendo ele agir desse jeito irracional. (80%)

--

"[...] Você deveria falar com o Vladimir."

A. Por que não você? Infelizmente, eu acho que ele não acreditaria em mim.

B. Eu? Eu quero muito explicar para ele o que você achou, mas você acha que ele me escutaria? (100%)

--

(Será que isso poderia ser...)

A. Você não está achando que o responsável por isso pudesse ser algum de vocês? (33,4%)

B. Provavelmente, se fosse um deles, ele saberia. É melhor avisar o Vladimir e deixar que eles mesmos procurem descobrir o que aconteceu. (66,6%)



Beliath

"Que percepção! Até mesmo o Raphael nem sempre percebe quando estou chegando. Você é uma moça surpreendente."

A. Talvez você estivesse querendo me dar um susto? Posso perguntar quem é você, ou você é igual ao seu amigo, e acha que eu não sou digna dessa informação?

B. Eu achei que estivesse sozinha. Estava nervosa. Posso perguntar quem é você? (100%)

--

"Puxa! Ele deve ter ficado com ódio de você! Quase ninguém ousa contestar o Vladimir de frente, em todo caso, não de forma séria. Agora, se rebelar contra ele... Você é uma figura!"

A. Não sou mais do que qualquer um de vocês. Vocês são mesmo assim... Curiosos. (50%)

B. É... Você tinha que ter visto a cara dele. Se você gosta de debochar dele, deveria ter tirado uma foto e depois colocado em uma moldura no hall. (50%)

--

(Isso parece bom demais para ser verdade...)

A. Se você quiser. Mas fique no seu canto. Não tenho confiança nenhuma em você, prefiro te dizer logo agora. (100%)

B. É verdade que eu gostaria de ter respostas para as minhas duvidas. Mas é tão bom ficar aqui. Seu sorriso bonito e o seu jeito meloso não são suficientes para me fazer esquecer o que aconteceu ontem.

--

"O quê? Ele não explicou o que fez com você? Mas o conhecendo bem, ele devia estar muito ocupado, escutando a si mesmo e te enchendo de críticas para poder se lembrar de te explicar, mas você vai se acostumar. Vai ser preciso. A ligação de vocês ainda está fresca, mas quanto mais ela crescer, mais você vai sentir o temperamento dele."

A. Agora, você vai ter que me explicar o que você disse no fim! O que está dizendo não tem sentido nenhum! (50%)

B. Senti o temperamento dele? E depois o quê, hein? Ser telepata? Isso não tem nenhuma lógica. (50%)



Eloise

([...] Talvez, eu deva primeiro verificar se estou realmente sozinha?)

A. (Eu preciso saber e pouco importa se for arriscado.) (25%)

B. (E se realmente houver alguém aqui, você acha mesmo que eles iriam aparecer, espertinha? É cada uma...) (75%)

--

([...] Eu estou com fome...)

A. Ir ao andar de cima

B. Explorar o térreo (100%)

--

([...] Tenho que ser prudente.)

A. (Eu vou olhar se encontro alguma coisa nas prateleiras.) (100%)

B. (Talvez tenha alguma coisa nos móveis.)

--

([...] Mas é verdade que eles eram historiadores e deviam preferir móveis que tivessem uma história.)

A. Eu também tenho uma preferência por lugares antigos. (100%)

B. Eu me sinto especialmente à vontade no mundo moderno.

--

"O que fazer agora?"

A. (Não aguento mais e quero descansar.) (83,3%)

B. (Eu não tenho coragem de voltar agora mesmo para a mansão...) (16,7%)

--

(Por onde eu começo?)

A. (A escrivaninha.)

B. (O quadro.)

C. (As estantes.) (100%)



Raphael

"Boa noite, senhorita! Desculpe se eu te assustei."

A. Ah! Nem um pouco! Você acha que eu tenho medo de você? Mas primeiro, quem é você? (50%)

B. É uma mania de vocês nunca dizer que estão chegando. Você me assustou, de fato! Quem é você? (50%)

--

"O quê? Claro que não, que ideia. Por que eu faria isso?"

A. O Vladimir está furioso comigo porque eu já conheço a mansão. Ele me trata como uma parasita. (100%)

B. Eu não sei. Você está na "sua casa", então isso poderia te incomodar de algum jeito.

--

"[...] E bem pouco aberto, eu admito."

A. Isso eu também admito, é verdade. (50%)

B. Talvez, mas eu acho que isso não é desculpa para o comportamento dele. (50%)

--

(Será que eu devo dizer?)

A. (Isso também não é nenhum segredo...) (100%)

B. (Hum... ele é simpático, mas no momento, prefiro ficar quieta. Ele não tem que saber toda a história.)

--

"É... Acontece que o Ivan é... difícil de ser controlado."

A. Não é pouca coisa! Qual é o problema dele? Eu atravessei uma vidraça por causa dele! E se não fosse o Vladimir...

B. Olha, eu entendo que você queira proteger o seu amigo, mas eu acho que, mesmo assim, o que aconteceu foi grave. Eu caí pela janela e se não fosse o Vladimir... (100%)



Vladimir

"[...] Que milagre fez com que a senhorita sobrevivesse até agora?"

A. Quem é você?! O que está fazendo aqui? Solte-me! (75%)

B. (Ele me olhou de forma tão agressiva que fiquei sem saber o que responder!) (25%)

--

([...] Eu tenho que achar um meio de escapar daqui!)

A. As únicas regras que sigo são as minhas! E eu nunca deixarei ninguém me prender! (34%)

B. Qual interesse você tem em me deixar presa aqui, já que, segundo você, sou tão insuportável? O que fiz para merecer isso? (66%)

--

(... Eu posso me mexer novamente? Mas o que está acontecendo?)

A. O que você fez comigo? O que aconteceu? Responda!

B. (Eu tenho certeza que foi ele quem fez isso. Mas o que ele fez? E isso tem a ver com o meu "salvamento"?) (100%)

--

"[...] Você já sentiu o gostinho do que pode acontecer."

A. Puxa! Pela última vez, quem é você? O que está acontecendo aqui?

B. Escuta, se eu entendi bem, você não tem vontade de ir embora daqui, muito bem!

C. Pelo jeito, tanto eu quanto você, nenhum dos dois quer que eu fique aqui, então, por que você quer me meter medo com essas histórias?

--

"[...] O meu nome é Vladimir."

A. É inútil ser tão desagradável para se apresentar, já entendi muito bem a sua opinião sobre mim.

B. Muito bem, talvez nós pudéssemos ter começado por aí, não é?

C. (Nome estranho... Combina com o seu estilo de se vestir... tem alguma coisa que não bate bem desde o começo)

--

"... Você perdeu uma carta quando caiu. Mas eu... a guardei. Para que ela não estrague."

A. Muito bem! E em que momento você estava pensando em me devolver?

B. Você acha que vou acreditar nisso? Você leu a minha carta.

--

"Sim... Suponho que não devo ficar surpreso que a senhorita já tenha vasculhado tudo."

A. Como assim, vasculhado? Eu estou na minha casa.

B. Acho que você está tão determinado em me detestar que você está esquecendo que esta mansão me pertence.

--

"Eu não vou repetir."

A. Sim, senhor! Oh, meu mestre! Grande jardineiro e todo poderoso senhor das flores.

B. Tudo bem, vou tomar cuidado... Este jardim é importante? Ele tem valor?

C. Eu... Muito bem, é inútil ser tão agressivo... Vou tomar cuidado, prometo.

--

([...] Ele está me dando um pouco de medo, com a maneira que ele olha para mim...)

A. Mas, por favor, sente-se. Você veio saber notícias minhas? Você dormiu bem? (50%)

B. Boa noite... Você poderia bater na porta antes de entrar. Você está no quarto de uma senhorita, eu tenho a impressão. (50%)

C. Você poderia bater na porta antes de entrar! Você parece irritado comigo, o que aconteceu para você ficar assim?

--

"Se eu pegar você andando em volta do jardim, garanto que você irá se arrepender."

A. E o que você vai poder fazer comigo? Se eu entendi, nós estamos ligados. (100%)

B. Você está ficando ridículo: será que não se passa pela sua cabeça que talvez não tenha sido eu? E mesmo se tivesse sido, você tem noção da idiotice da sua reação?

--

(Veja só! Sem me jogar nenhuma maldição furiosa e sem torcer o nariz com nojo?)

A. Infelizmente, eu estou aqui... Eu imagino que você vai se queixar pela minha presença aqui ou pelo simples fato da minha... Respiração?

B. Bem... Eu estou aqui. Normalmente, esse lugar não é muito utilizado? (100%)

--

(Com que calma ele está falando... Ele está com uma cara abatida. Será que é por isso que ele está menos... Vingativo e mais falante?)

A. Desculpa, mas... Está tudo bem? (100%)

B. É verdade que eu tenho poucas coisas dos meus pais, como você sabe. Será que eu poderia perguntar a você mais sobre esta biblioteca e sobre estes livros? Eu não acho que eu vou ler todos eles, então seria melhor fazer uma seleção...

--

(Que surpresa!)

A. Estou contente que você admita isso. (100%)

B. Peço que não comece de novo.

--

(Que droga! Como é que eu vou explicar sem que ele fique furioso de novo, quando souber que eu fui ao jardim? O que é que eu faço?)

A. É um livro que fala sobre flores. Escuta, por favor, não fique zangado comigo... Você deve ter reconhecido um dos seus ciclames... (50%)

B. É um livro que fala sobre flores e de seu significado. Foi o... Aaron que me trouxe este ciclame. Ele me explicou o que aconteceu, eu lamento muito. (50%)



Ilustração

Navegação

O conteúdo da comunidade está disponível sob CC-BY-SA salvo indicação em contrário.