Capítulo 4 - VladimirCapítulo 6 - Vladimir

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Vladimir
Capítulo 5



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Lançamento do capítulo: 02/01/2020

Valor de PA gasto (média): 19.000 Coin Vladimir.png

Personagens que aparecem no capítulo: Aaron, Beliath, Ivan, Vladimir.


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Sinopse

“O jardim se tornou o meu lugar favorito na mansão. O sentimento que eu tinha ao lado do Vladimir era intoxicante a cada vez que eu me aproximava. Mas desde então, uma certa desconfiança se estabeleceu entre ele e eu. E esse pensamento suscitou um medo que me invadia: o que aconteceu comigo?".

OBSERVAÇÃO: Por favor, pedimos que não marquem uma opção como correta sem que ela seja confirmada. Obrigado!

Guia de respostas

Aaron

([...] Eles têm essa aura estranha que lhes dá um jeito de "indestrutíveis", como se nada pudesse atingi-los.)

A. Estou bem, obrigada, mas posso perguntar como você está? Você não parece muito bem.

B. Comigo está tudo bem, obrigada. Mas, sem querer te incomodar, você está com uma cara de dar medo...

--

A. Mesmo que não seja tão evidente assim, estou sinceramente convencida de que as coisas estão melhorando.

B. Não vou mentir para você. Às vezes ainda é difícil ficar perto do Vladimir. Não é fácil compreendê-lo.

--

(Fantástico...)

A. Tenho sobretudo a impressão de que isso nunca vai melhorar. Assim que ele começa a se abrir um pouco, ele logo se fecha de novo.

B. Então, é isso? A gente tem que se submeter e escutar o grande senhor, seja qual for o seu humor, as suas vontades e decisões?

--

(O quê? Sério?)

A. Oh... É... Bem... Para ser honesta, eu não estava segura da sua resposta e da situação, então... Estou feliz!

B. Bem, você não parece estar transbordando de convicção e de entusiasmo, mas podemos dizer que já está bom, não é?

--

(E eu... O que eu posso responder?)

A. Droga! Mesmo sendo prisioneira do meu papel e desta mansão, eu não sou um objeto à disposição do Vladimir!

B. (Para que tapar o sol com a peneira? Os meus movimentos são limitados, vivo no ritmo do Vladimir, do humor e das mordidas dele, e eu não posso fazer nada nesta mansão sem esbarrar em outro vampiro.)

--

"Ah sim, esse assunto. Você demorou para se perguntar isso."

A. (Agora eu o conheço. Ele não vai gostar de falsas aparências. É melhor ser honesta, mesmo não me orgulhando disso.)

B. Sinto muito, é complicado lidar com o Vladimir e com o temperamento dele. E também não queria ser indiscreta.

--

"Estou vendo..."

A. Eu vi você voltando em péssimo estado, e você é de longe o mais resistente desta mansão. O que aconteceu com você?

B. Mas tive a impressão de ver você sujo de sangue. Foi bem grave, não foi?


Beliath

"(Será que ele está com algum problema?)"

A. Você está bem, Beliath? Parece que você está um pouco menos... expansivo do que de costume.

B. Está te faltando um pouco de inspiração, não é, Beliath? Estou achando você menos entusiasmado do que o normal.

--

"Mas ele não é do tipo que faz muito esforço para se adaptar aos outros."

A. Mesmo que isso não seja tão evidente, estou sinceramente convencida de que as coisas estão melhorando. Comecei a entendê-lo e ele está se esforçando. A partir de agora as coisas só podem melhorar.

B. Não vou mentir para você. Às vezes ainda é difícil ficar perto do Vladimir, e não é fácil entendê-lo. Mas estou começando justamente a compreender tudo isso. Tento me adaptar o melhor possível.

--

"(Fantástico...)"

A. Tenho sobretudo a impressão de que isso não vai melhorar nunca.

B. Então, é isso e pronto?

--

"(O quê? Sério?)"

A. Oh... É, bem... Para ser sincera, eu achava que você não me suportava, então... Estou contente de saber que estava enganada.

B. Bem, você não parece ter tanta convicção e entusiasmo assim, mas vamos dizer que já está bom, não é?

--

"(E eu... O que eu posso responder?)"

A. Droga! Ainda que eu seja prisioneira da minha função e desta mansão, eu não sou um objeto à disposição do Vladimir!

B. De que adianta cobrir o sol com a peneira? Meus movimentos são limitados, vivo no ritmo do Vladimir, do humor e das mordidas dele, e eu não posso fazer nada nesta mansão sem esbarrar em outro vampiro.

--

"(Bem na minha cara!)"

A. Para que me esconder atrás de falsas aparências? O Beliath não se engana. É melhor ser sincera, mesmo que eu não me orgulhe disso.

B. Sinto muito, mas visto que eu tenho que administrar o Vladimir e os humores dele, não queria ser também indiscreta.

--

"(...)"

A. Mas o que aconteceu foi grave, não foi? Eu o vi voltando em péssimo estado, e ele é de longe o mais resistente desta mansão. O que aconteceu?

B. Mas tive a impressão de vê-lo voltar sujo de sangue. Foi bem grave não foi?

--

"Posso te oferecer uma bebida, Eloise? Você vai me dizer o que está fazendo aqui?"

A. Hum... É que estou tentando conhecer pessoas, como você pode ver... Para trocar ideias.

B. (Em todo caso, eu tinha pensado em ir até o balcão. Vou aproveitar a oportunidade!)

--

"[...] Não quero que você volte para casa cambaleando pelo bosque."

A. Você não precisava pagar. Eu trouxe um pouco de dinheiro.

B. É muito gentil da sua parte Beliath, mas talvez eu tivesse escolhido alguma outra coisa...

--

"Estou vendo..."

A. Então, a minha condição tem algumas vantagens? É... um pouco melhor do que eu pensava!

B. Não sei dizer se isso me agrada. Acho isso um pouco desonesto.


Eloise

(Vamos ver... Quem seria o mais viável para falar comigo...)

A. (Estou um pouco envergonhada por não ter ido ver o Aaron desde que ele voltou, quando ele parecia tão exausto.)

B. (Desde o acidente na festa, Beliath está mais quieto e menos provocativo comigo.)

--

(Quem sabe eu deva seguir um grupo para ver...)

A. A ideia não me anima muito. Vou ficar com cara de ridícula se perceberem que eu não não estou com eles. Pior ainda se eles começarem a debochar de mim e me expulsarem.

B. É a primeira vez que venho nesse tipo de boate. Se eu não quiser ficar com muita cara de idiota, seria melhor tentar entrar com outras pessoas.

--

(Com o grupo)

(Ah, deu errado! O que eu digo? O que eu faço?)

A. Boa noite... Sinto muito incomodar. É a primeira vez que venho ao Moondance e estou um pouco perdida. Estava me perguntando se eu não podia... entrar com vocês? Para conhecer o lugar...

B. Oh! É... Claro que não. Eu só estava atrás de você e...

--

(Com o porteiro)

(O quê?!)

A. Mas... Por quê? O que eu fiz?

B. Desculpe, mas você pode me explicar por quê? Eu tenho como pagar a entrada e pode ter certeza...

--

([...] Será que devo ir falar com ele?)

A. (A boate não é tão grande assim. Com certeza, a gente vai se cruzar. É melhor evitar aqueles encontros constrangedores de quem finge que não viu a outra pessoa.)

B. (Eu sei que a boate não é tão grande assim, mas eu não vim aqui para o Beliath ficar contando depois o que eu fiz para o Vladimir. Tenho que ver se consigo disfarçar.)

--

(Droga... O que eu faço?)

A. Se aproximar com cuidado.

B. Passar longe.

--

(Pelas batidas e pelos gritos, parece ser violento! O que eu faço?!)

A. (Não posso deixá-lo me salvar e lutar sem ajudá-lo! Tenho que fazer alguma coisa, qualquer coisa!)

B. (Estou me sentindo mal de abandonar quem me salvou, mas não tenho nada para me defender e estou em um estado terrível. Não vou poder ajudar em nada.)

--

(Ele desabou completamente. Será que eu tenho que ajudá-lo?)

A. (Se eu ajudá-lo como se ele fosse uma criança, ele pode se sentir ofendido. É melhor deixá-lo fazer à sua maneira.)

B. (Eu gostaria de ajudá-lo, mas tenho medo que ele leve a mal e pense que eu o estou infantilizando...)

C. (Que droga, ele perdeu metade do sangue no caminho. Ele mal pode se mexer, ele precisa de mim!)

--

(Eu não posso deixá-lo dizer isso. Ele está tão amargo. Tão esgotado. Eu não aguento mais vê-lo assim.)

A. (Estou com vontade de cuidar dele. Não quero nem saber se ele vai reclamar. Desta vez, ele realmente precisa de alguém que cuide dele. Os outros me disseram que era disso que ele precisava... A ocasião finalmente se apresentou. Eu tenho que agarrá-la.)

B. (Eu tenho que ajudá-lo, ele tem que me deixar cuidar dele. Não quero nem saber se ele vai reclamar. Desta vez, ele realmente precisa de alguém com ele. A oportunidade finalmente se apresentou. Tenho que agarrá-la.)

--

(Bem... por onde eu começo....)

A. (O mais lógico é começar limpando a pele e os ferimentos.)

B. (Vou desinfetar depois.)

C. (Espero que tenha gaze suficiente...)


Ivan

"E isso é da sua conta? Eu que te pergunto por que você está de pé?"

A. Porque eu consigo suportar a luz do dia sem me desfazer? De acordo com as últimas notícias, é perigoso para você, não é?

B. (Já tive a minha dose com o Vladimir. No estou com a mínima vontade de me chatear com o Ivan.)


Vladimir

(Sério? Sou eu que não sou amável nesta história?)

A. Acho que tem um problema de fato. Estou contente que você tenha tocado no assunto. Isso me faz ganhar tempo.

B. Por quê? Você acha que há algum problema?

C. Digamos que cabe a você ver se é um problema ou não. Preciso conversar com você.

--

(Mas é sério isso? Mas a que ponto de má fé ele pode chegar?)

A. Verdade? Você seria cego a esse ponto? Você não para de ser frio comigo e de me repelir. E eu que estava achando que as coisas estavam melhores entre a gente.

B. De verdade, Vladimir? Eu acho que você devia ver que a gente praticamente não se fala mais depois do que aconteceu no jardim. Você não pergunta nunca a minha opinião. Você não se preocupa muito comigo.

C. Não sou idiota ou cega, Vladimir. Percebi muito bem que você voltou a se distanciar, depois que conversamos no jardim...

--

"[...] Será que eu devia deixar para lá para fazê-lo entender que ele só pensava em si mesmo?"

A. (Se eu nunca sacudir o Vladimir, Não sei como vou fazer para que ele avance. Pouco importa o que os outros me disseram. Estou cansada de agradá-lo.)

B. (O que eu ganho se continuar brigando com ele? É sempre o mesmo esquema. Não quero mais isso. Se eu reproduzir a mesma coisa constantemente, não vai adiantar nada.)

--

"É... inútil..."

A. O que você quer dizer?

B. Vladimir, não comece a rechaçar os outros, você precisa de ajuda!

C. Claro que não! Todos eles se preocupam com você. Assim que eles escutarem, todos vão v...

--

(O quarto dele, é óbvio... Estou tão acostumada a não poder entrar lá que nem sequer pensei nisso. Em todo caso, ele não perdeu a vivacidade que tem.)

A. Se você continua me dando fora, é sinal que você não está tão mal.

B. Ok, fico mais tranquila de ver que você continua inspirado, mas agora para de falar, certo? Você tem que economizar as suas forças.

C. Hei, então, finalmente você está me convidando para o seu quarto? Você deve estar realmente à beira da morte para permitir isso, não é?

--

(Pena que tudo isso esteja... um pouco bagunçado...)

A. Como assim? Você deseja que eu explique por que eu acabei batendo a porta?

B. De fato, eu tinha entendido isso vendo o jeito que a discussão terminou.

C. Eu não esperava que você quisesse conversar sobre isso, senão, eu teria ficado esta noite, você sabe.

--

(Recomponha-se, você tem que cuidar dele, nada mais... Não seja idiota!)

A. Para fazer o curativo nas feridas, eu tenho que...

B. Você vai ter que tirar o seu casaco e a sua camisa para que eu possa fazer os curativos...

C. Preciso que você tire a camisa e seu casaco para que eu possa começar a fazer os curativos, por favor.

--

"O quê? Você sabe fazer isso? Eu acho que você não é muito hábil com as mãos."

A. Desta vez, você vai precisar confiar em mim.

B. É isso mesmo, eu vou me virar.

C. Você sabe... Quando se cresce em um orfanato sem enfermeira, com tantas crianças, nós aprendemos logo a nos virar.

--

A. Você me diz isso depois de sorver o meu sangue há várias semanas e depois de eu ter presenciado várias mortes?

B. Você só precisa me dizer o que fazer. Em todo caso, eu tenho alguns conhecimentos, mas nunca tive que enfrentar um caso tão grave.

C. Não sei se você se lembra, mas eu tive a "felicidade" de ver recentemente vários cadáveres e, além do mais, eu cresci em um grande orfanato sem enfermaria.

--

A. Você precisa de mim para limpar as suas feridas?

B. Isso realmente está com um aspecto horrível... É preciso desinfetar tudo, não é?

C. Considerando a profundidade dos ferimentos, vai ser preciso enfaixar... Espero que haja gaze suficiente.

--

(Chegou a hora!)

A. E aliás, como você era antes?

B. Faz tanto tempo assim? Você não foi transformado há tanto tempo assim, foi?

C. Você continua sendo duro e amargo consigo mesmo quando se refere a "antes".

--

"[...] Mas você não é... Você não é isso que está dizendo. Eu conheço a obscuridade e a tristeza. Você é o contrário disso..."

A. (Deixei escapar um riso irônico.)

B. Eu não sei. Eu não acho. Eu gostaria de me ver assim...

C. Eu... Eu não tenho certeza de compreender o que você entende por isso.

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